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terça-feira, 2 de junho de 2015

FÍSICA NOS ESPORTES, NA MÚSICA E NAS ARTES

FÍSICA NOS ESPORTES
A física está presente em tudo o que fazemos, no andar, no falar, como também no ato de praticar esportes. É verdade, a ciência física se encontra presente em todos os esportes como, por exemplo, no buddy jumping, no skate e no automobilismo. 

Nos esportes radicais a física se apresenta de várias formas, nas transformações de energia (cinética e potencial), na velocidade que os corpos adquirem, na resistência que o ar faz aos movimentos, etc. Mas como utilizar a prática de esportes radicais para explicar um conteúdo de física? É essa a parte boa. 
Os alunos que estudam física no ensino médio são jovens que estão descobrindo novas realidades. É através do gosto por novas descobertas que o professor de física deve lecionar, levando os alunos a conhecer alguns tipos de esportes. Recentemente foi criada uma mega rampa de skate que é um dos maiores desafios radicais, por meio dela é possível estudar a transformação de energia cinética em energia potencial, a atuação da força gravitacional sobre o corpo do skatista, o estudo de centro de massa, entre outros assuntos que podem ser trabalhados. Para melhor compreendimento sobre o assunto poderão ver o vídeo neste link : https://www.youtube.com/watch?v=Tt5Cg1-Isus


FÍSICA NA MÚSICA


A música é sem dúvida uma das formas de arte mais presente em nossa vida. Dificilmente encontraremos alguém que diga que não goste ou que no mínimo, não tenha uma canção marcante. As notas e ritmos emitidos pelos mais diversos instrumentos, proporcionam uma gama de estilos tais como rock, jazz, blues, pop, axé e uma infinidade mais. Nesse texto irei tratar, bem resumidamente, sobre a Física por traz da música. Os processos, as grandezas e propriedades físicas que ocorrem na arte dos sons.
A Física é o campo da ciência que é responsável por estudar os fenômenos sonoros, com a acústica física, a parte material do processo sonoro, existe também a psicoacústica, que estuda a percepção dos sons pelos nossos sentidos, mas iremos nos fixar na parte material dos sons.
O som musical tem três características principais que são: Altura, intensidade e qualidade.
Altura:
É a grandeza que está responsável por nos mostrar se um som é agudo ou grave, quando um som é alto, em relação a esta característica, é porque ele é agudo, se é baixo e o som é grave.
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Intensidade:
Qualidade associada ao que chamamos de volume, quando o som é intenso- ou forte- o seu volume é alto, quando é pouco intenso- fraco- o volume é baixo.
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– Qualidade ou Timbre:
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Cada instrumento tem uma característica e em timbre próprio, por isso que quando ouvimos um som de um violão logo sabemos que veio dele, mesmo sem vê-lo. Dos três atributos principais dos sons o timbre é que tem o papel mais importante na música e é um pouco mais complicado do que os outros para entender.
O timbre na verdade é o resultado da transcrição que o nosso cérebro faz quando ouve sons puros sobrepostos, misturados, em certa proporção.  Sons puros são os tipos de ondas mais simples podendo ser expresso por uma função seno ou cosseno, tem como característica ter um só comprimento de onda e frequência definida, um som puro por si só não tem utilidade para a música e, além disso, ele soa  desinteressante.
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Esses sons puros podem sobrepor-se, e nessa sobreposição um som puro pode se somar ou destruir o outro, como podemos ver na figura abaixo:
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Essas são as três qualidades básicas para obter música, e elas devem poder ser reconhecidas quando tocamos algum instrumento, apesar de que nos instrumentos de percussão podemos reconhecer facilmente só o timbre e intensidade, mas é difícil discernir a altura, até porque os instrumentos de percussão não trabalham com a altura.
A partir desses e outros conceitos uma das artes mais bonitas, a música, se modela. É bom ver quão bonito uma coisa fica quando sabemos a complexidade que está por trás dela, essas coisas simples que estão presente no nosso dia-a-dia. Para melhor conhecimento sobre o assunto poderão ver o vídeo neste link : https://www.youtube.com/watch?v=2t-HXAPh7Xo

FÍSICA NAS ARTES

Física e Arte aparentemente são áreas opostas que não se cruzam. Os estudos desenvolvidos pelo Núcleo de Apoio à Pesquisa (NAP) de Física Aplicada ao Estudo do Patrimônio Artístico e Histórico (FAEPAH) buscam provar o contrário.
Em colaboração entre o Instituto de Física (IF), a Escola Politécnica (Poli – Engenharia Química) e os museus da USP, o núcleo surge com o objetivo de usar os métodos físicos para analisar obras e objetos dos museus. A física dispõe de técnicas que permitem analisar materiais sem coletar amostras, sem precisar desmembrar o material. A peça é analisada por inteira e retorna ao acervo sem ser danificada. E podemos ver o vídeo relacionado com a arte neste link : https://www.youtube.com/watch?v=5SjPj7aW36c
“No caso de objetos de arte, isso é muito importante.


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